A primeira geração de SIG se utilizava de sistemas de arquivos para realizar operações gráficas e análise do espaço, com pouca ou nenhuma integração com um SGBD. Essa geração atua principalmente sobre mapeamentos de pequenas e médias regiões, pois não oferece suporte aceitável para bases de dados muito grandes.
Os GIS DESKTOP costumavam ser sistemas simples, porém, vêm sendo aprimorados e agregando novas funcionalidades como a manipulação de dados vetoriais e matriciais no mesmo ambiente, o que originalmente não era possível. Além disso, suporte a linguagens de scripts, paradigma de orientação a objetos e desenvolvimento de ferramentas mais complexas.
Referência: http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/cap3-arquitetura.pdf
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