A primeira geração de SIG se utilizava de sistemas de arquivos para realizar operações gráficas e análise do espaço, com pouca ou nenhuma integração com um SGBD. Essa geração atua principalmente sobre mapeamentos de pequenas e médias regiões, pois não oferece suporte aceitável para bases de dados muito grandes.
Os GIS DESKTOP costumavam ser sistemas simples, porém, vêm sendo aprimorados e agregando novas funcionalidades como a manipulação de dados vetoriais e matriciais no mesmo ambiente, o que originalmente não era possível. Além disso, suporte a linguagens de scripts, paradigma de orientação a objetos e desenvolvimento de ferramentas mais complexas.
Referência: http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/cap3-arquitetura.pdf
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Modelos de Dados para SIGs e Funções Fundamentais sobre Eles
Os modelos de dados são formas de representar graficamente, computacionalmente, etc, a realidade.
Para os SIGs, o modelo mais usual para se representar uma entidade é uma tupla composta por Localização Geográfica e Atributo, sendo a primeira (dado espacial) definida através de coordenadas geográficas (latitude/longitude) e o segundo (dado não-espacial) define a entidade qualitativamente ou quantitativamente, independente da localização.
A convenção é que o espaço seja abstraído em pontos, linhas e áreas. No mercado, os modelos dominantes são o vetorial e o matricial. Já falamos um pouco sobre eles aqui.
Existem diversas formas de se manipular os dados em um SIG, sendo elas de três tipos: as que atuam sobre os dados espaciais (Localização Geográfica), as que atuam sobre dados não espaciais (Atributos) e as que combinam ambos.
As funções fundamentais de um SIG, geralmente se aplicam tanto ao modelo matricial, quanto ao vetorial.
Dentre essa diversidade de funções, existem duas mais importantes: reclassificação e sobreposição. A reclassificação manipula a informação do atributo em um único mapa, dividindo-o em classes, enquanto que a sobreposição se utiliza mais de um mapa a depender de determinadas condições.
Referência: http://monografias.brasilescola.com/geografia/aplicacoes-sistemas-informacoes-geograficas-empresas-saneamento.htm#capitulo_6.6
Para os SIGs, o modelo mais usual para se representar uma entidade é uma tupla composta por Localização Geográfica e Atributo, sendo a primeira (dado espacial) definida através de coordenadas geográficas (latitude/longitude) e o segundo (dado não-espacial) define a entidade qualitativamente ou quantitativamente, independente da localização.
A convenção é que o espaço seja abstraído em pontos, linhas e áreas. No mercado, os modelos dominantes são o vetorial e o matricial. Já falamos um pouco sobre eles aqui.
Existem diversas formas de se manipular os dados em um SIG, sendo elas de três tipos: as que atuam sobre os dados espaciais (Localização Geográfica), as que atuam sobre dados não espaciais (Atributos) e as que combinam ambos.
As funções fundamentais de um SIG, geralmente se aplicam tanto ao modelo matricial, quanto ao vetorial.
Dentre essa diversidade de funções, existem duas mais importantes: reclassificação e sobreposição. A reclassificação manipula a informação do atributo em um único mapa, dividindo-o em classes, enquanto que a sobreposição se utiliza mais de um mapa a depender de determinadas condições.
Referência: http://monografias.brasilescola.com/geografia/aplicacoes-sistemas-informacoes-geograficas-empresas-saneamento.htm#capitulo_6.6
A História do SIG parte II
A História do SIG no Brasil
No Brasil os estudos sobre o SIG se iniciou por volta dos
anos 70 através do projeto RADAMBRASIL com o intuito de armazenar, recuperar e
analisar o enorme acervo de dados ambientais gerados pelo projeto e que
deveriam recobrir todo o território brasileiro, porém este projeto teve um
início conturbado e acabou que suas atividades foram cessadas.
Nos anos 80, a vinda do Dr. Roger Tomlinson, criador do
CGIS, em 1982 incentivou ainda mais o desenvolvimentos desse sistema no Brasil.
Entre os grupos de pesquisa formados na
época se destacam: o grupo do Laboratório de Geoprocessamento do Departamento de Geografia
da UFRJ, responsável pelo desenvolvimento
do SAG.(Sistema de Análise
Geo-Ambiental), o outro grupo era formado pelos pesquisadores da empresa MaxiDATA, desenvolvedora do MaxiCAD .
A UFCG/DSC/LSI (Laboratório de Sistemas de Informação e
Banco de Dados do Departamento de Sistemas e Computação da Universidade Federal
de Campina Grande – PB) desenvolveu, em
2002 o iGIS, primeiro framework de GIS para internet do Brasil.
O Brasil tem uma história relativamente recente com o
desenvolvimento de SIG, mas vem se expandido dia após dia e as pesquisas e desenvolvimento
de aplicações vem em um nível capaz de tornar
o Brasil uma referência no cenário
mundial de SIG.
A História do SIG parte I
O SIG foi criado no
início dos anos 60 e teve como principais centros de desenvolvimento os Estados Unidos, Canadá e o Reino Unido. Foi
desenvolvido ,principalmente, com o objetivo de suprir necessidades e interesses individuais.
Essa fase é conhecida
como “Fase Pioneira” ou “Fase de
Pesquisa de Fronteiras”, e tem como
principais características: pouco
contato internacional, isto é, os pesquisadores realizavam suas pesquisas individualmente e raramente tinham
conhecimento das pesquisas realizadas
por outras pessoas em diferentes localidades, não possuíam muitos recursos,
existam poucos dados que pudessem ser interpretados por computadores.
Outro fato importante desta fase foi o surgimento do CGIS
nos anos 60, (Canada Geographic
Information System), projeto liderado por R. Tomlinson e que é considerado o
primeiro SIG.
A segunda fase , ficou marcada pelas agências governamentais
financiarem pesquisas, fazendo com que a influência individual perdesse espaço,
mas ainda dependia desses profissionais familiarizados com o sistema.
A terceira fase ficou conhecida como “Fase Comercial” com o
SIG ganhando espaço no âmbito comercial e muitas empresas com foco no SIG
surgem e assim começa as disputas pelo espaço de mercado. Um outro ponto importante foi o surgimento de sistemas
interligados podendo utilizar diversas fontes de dados.
A quarta fase se caracteriza às características do SIG nos
dias de hoje, com sistemas muito mais
simples e disseminados.
SIG e as Organizações - Parte II
Em um post anterior, falamos sobre a aplicação dos SIGs em organizações. Mais especificamente sobre como o seu uso se iniciou. Nesse novo post, mostraremos que os SIGs podem ser úteis para organizações responsáveis pelo saneamento básico de uma população.
É sabido que a qualidade dos serviços de água e esgoto esta fortemente ligado a qualidade de vida das pessoas.
Sabemos também da importância de conhecer nem a área espacial de abrangência das atividades dessas organizações para que as mesmas possam prover um serviço de qualidade, bem como as áreas ainda não cobertas pelos seus serviços. Devido ao fato de que que a maior parte dos sistemas de sua e esgoto são subterrâneos somado ao crescimento pouco ou mesmo nada planejado das cidades, esse conhecimento supracitado se tornou complexo de ser adquirido. Sendo assim. Os diversos processos que envolvem a administração de tais serviços pode se utilizar de SIGs nas suas atividades, servindo de ferramenta para auxiliar na tomada de decisão, guardando informações relevantes sobre a geografia, geologia, população, perfil do consumidor e etc.
A atuação do SIG se dá pela administração de dados diversos como coordenadas, dados espaciais, ocupação do solo, geologia, hidrografia. Essas informações são processadas num ambiente computacional para criar cenários de implantações de sistemas e ocupações do solo, observação de áreas de interesse, identificação de clientes e mais uma grande quantidade de possibilidades.
Referência: http://monografias.brasilescola.com/geografia/aplicacoes-sistemas-informacoes-geograficas-empresas-saneamento.htm
É sabido que a qualidade dos serviços de água e esgoto esta fortemente ligado a qualidade de vida das pessoas.
Sabemos também da importância de conhecer nem a área espacial de abrangência das atividades dessas organizações para que as mesmas possam prover um serviço de qualidade, bem como as áreas ainda não cobertas pelos seus serviços. Devido ao fato de que que a maior parte dos sistemas de sua e esgoto são subterrâneos somado ao crescimento pouco ou mesmo nada planejado das cidades, esse conhecimento supracitado se tornou complexo de ser adquirido. Sendo assim. Os diversos processos que envolvem a administração de tais serviços pode se utilizar de SIGs nas suas atividades, servindo de ferramenta para auxiliar na tomada de decisão, guardando informações relevantes sobre a geografia, geologia, população, perfil do consumidor e etc.
A atuação do SIG se dá pela administração de dados diversos como coordenadas, dados espaciais, ocupação do solo, geologia, hidrografia. Essas informações são processadas num ambiente computacional para criar cenários de implantações de sistemas e ocupações do solo, observação de áreas de interesse, identificação de clientes e mais uma grande quantidade de possibilidades.
Referência: http://monografias.brasilescola.com/geografia/aplicacoes-sistemas-informacoes-geograficas-empresas-saneamento.htm
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