segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Modelos de SIG

Uma forma de se utilizar o SIG é como uma base de dados com informação geográfica que se encontra associada por um identificador comum aos objetos gráficos de um mapa digital. Com isso, selecionando um registro dessa base de dados, é possível saber q localização e apontá-la no mapa.

Essa informação geográfica é organizada em camadas ou níveis de informação, permitindo  relacionar a informação existente através da posição e do comportamentos das linhas e dos pontos a fim de gerar uma nova informação. A partir dessas informações podemos representar áreas de interesse do mundo real, na forma de imagens/raster ou de vetores.

No modelo raster terreno é representado por uma matriz, onde suas linhas e colunas definem células, estas são denominadas como pixels (picture element), e possuem um único valor. Quanto maior for a dimensão de cada célula menor é a precisão ou detalhe na representação do espaço geográfico. Sua estrutura é mais simples do que o modelo vetorial, porem não possui manipulação de dados e sua visualização é lenta.

No modelo vetorial a precisão da localização dos elementos no espaço é principal foco das representações, por isso que é geralmente utilizado na representação de objetos de pequenas dimensões espaciais. É definido como um conjunto ordenado de pontos interligados, e utilizado em representações onde a largura do objeto analisado não é importante para ser expressada. Sua imagem gráfica possui melhor resolução do que no modelo raster, possui manipulação de dados e sua visualização é rápida.

                                    



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

COMPONENTES DO SIG

Como já foi dito nas publicações anteriores, o SIG visa a coleta, o armazenamento e a manipulação de informações, simplificando esse sistema consiste basicamente de mapas e arquivos. Onde essa informação fluirá para o SIG e vice-versa, relacionando métodos com tecnologia, com normas e com procedimentos.

Os componentes responsáveis para a fluidez dessa informação são: softwares,  hardwares, peopleware, métodos e base de dados.
O hardware está relacionado aos computadores e aos periféricos para que um SIG funcione. Hoje esse sistema opera em uma maior variedade de tipos de hardware, que vai de implementações em ambientes cliente-servidor a aplicações stand-alone ( programas autossuficiente).


O software disponibiliza as ferramentas necessárias para armazenar, analisar, e visualizar as informações geográficas. Os componentes de um software SIG são: um sistema gerenciador de Banco de Dados, ferramentas que capturam, manipulam, buscam e analisam as informações e uma interface gráfica para o acesso a essas ferramentas.

O peopleware corresponde aos usuários que usufrui desse sistema, vai desde especialistas técnicos que customizam e mantém o sistema operando, até aqueles que usam o sistema como ajuda para o seu trabalho diário.

A base de dados é considerada o componente mais importante. Todas as informações são criadas e mantidas em uma base de dados geográfica e alfanumérica que permite organizar e gerenciar esses dados.

Os métodos são responsáveis pro criar regras específicas para que o SIG seja operado com sucesso.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

SIG e as organizações - Parte I

A utilização dos Sistemas de Informação Geográfica (SIG) tem ganhando cada vez mais importância a nível mundial. Seu uso facilita o trabalho com grande quantidade de informação, a gestão e armazenamento de dados geográficos, diminui o tempo de resposta em tempo real no apoio à decisão  e aumenta a velocidade com que a informação pode ser atualizada. Algumas das áreas onde cabe sua aplicação são: agricultura, arqueologia, geologia, ambientalismo, geografia, cartografia.

Rotas\Percursos.



A nível organizacional o SIG começaram a ser utilizados por organizações militares, porem hoje seu uso já abrange instituições públicas, por perceberem que este sistema se adéqua a diversas áreas de atuação da sociedade, e essas se tornaram as maiores responsáveis por sua disseminação.
Uma utilização possível do SIG por órgãos públicos é utilizar de uma representação gráfica em SIG para passar informações a cerca da administração pública, tais como a gestão do urbanismo, espaços verdes, gestão de redes viárias, gestão da economia local, entre outras áreas de negócios, para os municípios e cidadãos .

Esse uso do SIG possibilita a criação de uma base de conhecimento estruturada e atualizada do concelho, a disponibilização de um instrumento de apoio à elaboração de estudos e projetos com interesse na gestão municipal e apoio à decisão.

No Brasil encontramos algumas desvantagens relacionada ao uso do SIG, duas delas são a dificuldade de encontrar programas em português e a forte dependência a tecnologias estrangeiras, aumentando o custo. De um modo geral, o fato de o SIG trabalhar com dados prioritariamente estatísticos pode causar um margem de erros em relação ao mundo real e espaço demasiado que os dados ocupam em meio físico.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

SIG (Sistema de Informações Geográficas).

                                SIG
Uma importante ferramenta para o estudo do espaço natural e geográfico.



Os Sistemas de Informações Geográficas (SIG) são equipamentos e meios tecnológicos para se estudar o espaço terrestre, e resultam da combinação entre três tipos de tecnologias distintos: O sensoriamento remoto, que consiste na utilização de ferramentas, como satélites e radares, para a captação de informações e imagens acerca da superfície terrestre, o GPS, que é um aparelho que pode emitir informações de qualquer local do mundo, a partir das coordenadas geográficas e o geoprocessamento, que consiste na etapa de tratamento das informações obtidas por meio do sensoriamento remoto e do GPS para a produção de mapas, cartogramas, gráficos e sistematizações em geral.


Exemplo de uma fotografia aérea: Fethiye, na TurquiaO GPS vem se tornando cada vez mais comum na vida das pessoas 




“Conjunto de funções automatizadas, que fornecem aos
profissionais, capacidades avançadas de armazenamento, acesso,
manipulação e visualização de informação georreferenciada.”
                                                       
                                                                           Azemoy, Smith e Sicherman (1981)

A partir dos próximos posts aprofundaremos nessa ferramenta, mostrando suas fases, seus modelos, sua padronização e tecnologias relacionadas a ela.