quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Como escolher um Software de SIG

Diante do numeroso e variado leque de opções de programas, algumas pessoas ficam com dúvida na hora de escolher qual programa utilizar. Para isso é feito um levantamento, no qual ajudará na escolha do software de SIG.

Primeiramente precisamos saber qual o objetivo do seu projeto, é importante saber também se o programa específico possui uma versão para o sistema operacional no qual vai ser implantado. Outro ponto importante na escolha do software é saber as funções desse software, estudar suas funções para saber se atende os requisitos. Realizar testes de desempenho é outro fator que deve ser analisado, saber se o software executa as funções esperadas no ambiente de trabalho de forma rápida, sem perda de informação.

Feita essas considerações fica mais fácil a escolha do software de SIG e consequentemente essa escolha fica mais difícil de ser uma má escolha.

Aqui está uma lista de softwares de SIG:






terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Utilização do SIG

Como já foi dito em posts anteriores, SIG permite obter informação proveniente de sensores espaciais, de GPS ou obtida com os métodos tradicionais da Topografia

Dessa forma o SIG pode ter papel importante como a de: localização (obter informações de lugares concretos), rotas (cálculo de caminhos ótimos entre dois ou mais pontos), modelos (geração de modelos explicativos a partir do comportamento observado de fenômenos espaciais), tendência (comparação entre situações temporais ou espaciais distintas de alguma característica). Outro papel importante do SIG é na agricultura, utilizado para obter respostar sobre o solo, mudanças climáticas.

Com isso o SiG pode ser utilizado para reproduzir mapas temáticos sobre á área de estudo muito mais rápido e mais elaborado, baratear o custo dessa produção e facilitar a atualização desses mapas de forma mais automatizado. E por ser muito versátil, esse sistema pode ser aplicado em vários campos de aplicação, que vai desde a cartografia a estudos de impacto ambiental ou vigilância epidemiológica de doenças.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A Primeira Geração de SIG - GIS DESKTOP

A primeira geração de SIG se utilizava de sistemas de arquivos para realizar operações gráficas e análise do espaço, com pouca ou nenhuma integração com um SGBD. Essa geração atua principalmente sobre mapeamentos de pequenas e médias regiões, pois não oferece suporte aceitável para bases de dados muito grandes.
Os GIS DESKTOP costumavam ser sistemas simples, porém, vêm sendo aprimorados e agregando novas funcionalidades como a manipulação de dados vetoriais e matriciais no mesmo ambiente, o que originalmente não era possível. Além disso, suporte a linguagens de scripts, paradigma de orientação a objetos e desenvolvimento de ferramentas mais complexas.

Referência: http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/cap3-arquitetura.pdf

Modelos de Dados para SIGs e Funções Fundamentais sobre Eles

Os modelos de dados são formas de representar graficamente, computacionalmente, etc, a realidade.
Para os SIGs, o modelo mais usual para se representar uma entidade é uma tupla composta por Localização Geográfica e Atributo, sendo a primeira (dado espacial) definida através de coordenadas geográficas (latitude/longitude) e o segundo (dado não-espacial) define a entidade qualitativamente ou quantitativamente, independente da localização.
 A convenção é que o espaço seja abstraído em pontos, linhas e áreas. No mercado, os modelos dominantes são o vetorial e o matricial. Já falamos um pouco sobre eles aqui.

Existem diversas formas de se manipular os dados em um SIG, sendo elas de três tipos: as que atuam sobre os dados espaciais (Localização Geográfica), as que atuam sobre dados não espaciais (Atributos) e as que combinam ambos.
As funções fundamentais de um SIG, geralmente se aplicam tanto ao modelo matricial, quanto ao vetorial.
Dentre essa diversidade de funções, existem duas mais importantes: reclassificação e sobreposição. A reclassificação manipula a informação do atributo em um único mapa, dividindo-o em classes, enquanto que a sobreposição se utiliza mais de um mapa a depender de determinadas condições.

Referência: http://monografias.brasilescola.com/geografia/aplicacoes-sistemas-informacoes-geograficas-empresas-saneamento.htm#capitulo_6.6

A História do SIG parte II

A História do SIG no Brasil

No Brasil os estudos sobre o SIG se iniciou por volta dos anos 70 através do projeto RADAMBRASIL com o intuito de armazenar, recuperar e analisar o enorme acervo de dados ambientais gerados pelo projeto e que deveriam recobrir todo o território brasileiro, porém este projeto teve um início conturbado e acabou que suas atividades foram cessadas.

Nos anos 80, a vinda do Dr. Roger Tomlinson, criador do CGIS, em 1982 incentivou ainda mais o desenvolvimentos desse sistema no Brasil. Entre os grupos de pesquisa  formados na época se destacam: o grupo do Laboratório de  Geoprocessamento do Departamento de Geografia da UFRJ, responsável pelo  desenvolvimento do  SAG.(Sistema de Análise Geo-Ambiental), o outro grupo era formado pelos  pesquisadores da empresa  MaxiDATA, desenvolvedora do MaxiCAD .

A UFCG/DSC/LSI (Laboratório de Sistemas de Informação e Banco de Dados do Departamento de Sistemas e Computação da Universidade Federal de  Campina Grande – PB) desenvolveu, em 2002 o iGIS, primeiro framework de GIS para internet do Brasil.


O Brasil tem uma história relativamente recente com o desenvolvimento de SIG, mas vem se expandido dia após dia e as pesquisas e desenvolvimento de aplicações vem em um nível capaz de  tornar o Brasil uma  referência no cenário mundial de SIG.

A História do SIG parte I

O SIG  foi criado no início dos anos 60 e teve como principais centros de desenvolvimento  os Estados Unidos, Canadá e o Reino Unido. Foi desenvolvido ,principalmente, com o objetivo de  suprir necessidades e interesses individuais.  

 Essa fase é conhecida como  “Fase Pioneira” ou “Fase de Pesquisa de Fronteiras”, e tem  como principais características:  pouco contato internacional, isto é, os pesquisadores realizavam suas  pesquisas individualmente e raramente tinham conhecimento das pesquisas  realizadas por outras pessoas em diferentes localidades, não possuíam muitos recursos, existam poucos dados que pudessem ser interpretados por computadores.

Outro fato importante desta fase foi o surgimento do CGIS nos anos 60,  (Canada Geographic Information System), projeto liderado por R. Tomlinson e que é considerado o primeiro SIG.

A segunda fase , ficou marcada pelas agências governamentais financiarem pesquisas, fazendo com que a influência individual perdesse espaço, mas ainda dependia desses profissionais familiarizados com o sistema.

A terceira fase ficou conhecida como “Fase Comercial” com o SIG ganhando espaço no âmbito comercial e muitas empresas com foco no SIG surgem e assim começa as disputas pelo espaço de mercado.  Um outro ponto importante foi o surgimento de sistemas interligados podendo utilizar diversas fontes de dados.


A quarta fase se caracteriza às características do SIG nos dias de hoje, com sistemas  muito mais simples e disseminados.

SIG e as Organizações - Parte II

Em um post anterior, falamos sobre a aplicação dos SIGs em organizações. Mais especificamente sobre como o seu uso se iniciou. Nesse novo post, mostraremos que os SIGs podem ser úteis para organizações responsáveis pelo saneamento básico de uma população.

É sabido que a qualidade dos serviços de água e esgoto esta fortemente ligado a qualidade de vida das pessoas.
Sabemos também da importância de conhecer nem a área espacial de abrangência das atividades dessas organizações para que as mesmas possam prover um serviço de qualidade, bem como as áreas ainda não cobertas pelos seus serviços. Devido ao fato de que que a maior parte dos sistemas de sua e esgoto são subterrâneos somado ao crescimento pouco ou mesmo nada planejado das cidades, esse conhecimento supracitado se tornou complexo de ser adquirido. Sendo assim. Os diversos processos que envolvem a administração de tais serviços pode se utilizar de SIGs nas suas atividades, servindo de ferramenta para auxiliar na tomada de decisão, guardando informações relevantes sobre a geografia, geologia, população, perfil do consumidor e etc.

A atuação do SIG se dá pela administração de dados diversos como coordenadas, dados espaciais, ocupação do solo, geologia, hidrografia. Essas informações são processadas num ambiente computacional para criar cenários de implantações de sistemas e ocupações do solo, observação de áreas de interesse, identificação de clientes e mais uma grande quantidade de possibilidades.



Referência: http://monografias.brasilescola.com/geografia/aplicacoes-sistemas-informacoes-geograficas-empresas-saneamento.htm